Hoje na chácara, sentado debaixo de uma laranjeira, estava lembrando-me de minha infância. Era um "menino diabo", era maligno, indiscreto, traquinas e voluntarioso. Certa vez, quebrei a cabeça de uma escrava, que negara uma colher de doce de coco que estava fazendo. Isso nao era nada, ainda por cima escondia os chapéus das visitas, puxava os cabelos das velhotas, dava beliscões nos bracos das matronas. Era um "capeta"!
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